domingo, 5 de junho de 2011



































Mas se eu morrer amanhã
Que seja de desgosto e não amor,
Que seja por descrença e não louvor,
Que seja breve como a vida, enfim...

Se eu morrer amanhã
Não deixarei sorrir o meu destino
E serei Cristo a me ver sorrindo,
Descrente, céptico, apostrófico...

E bem será o fim, desesperança,
Um  desenredo quase terminal,
Como lembranças de um luto carnal
Despiciendo da pouca bonança.  
                                               Carleone Filho


Nenhum comentário:

Postar um comentário